
Ando pela noite
a lua esconde-se
sou vulto que vaga
nem a alma responde
procuro luz na estrada
sem brilho eu andarilho
nunca imaginei estar só
jamais de mim senti dó
perdão por meus erros
ouça os gritos de apelos
guia-me pelo teu olhar
pós toda tempestade
nos teus braços aportar.
Antonio Campos 16/01/01.