
Ando pela noite
a lua esconde-se
sou vulto que vaga
nem a alma responde
procuro luz na estrada
sem brilho eu andarilho
nunca imaginei estar só
jamais de mim senti dó
perdão por meus erros
ouça os gritos de apelos
guia-me pelo teu olhar
pós toda tempestade
nos teus braços aportar.
Antonio Campos 16/01/01.
Olá Poeta dos Pampas, nobre senador, seu poema é maravilhoso, como sempre.Mas, permita-me discordar de você. Mesmo no escuro você brilha, meu amigo. Brilha por seu caráter, por seu talento e por ser essa pessoa amkga e sensível.
ResponderExcluirBeijossss
Mas já voltou das férias e já brilhando?
ResponderExcluirUm grande abraço de amizade.
Ótima semana.
Lembrei-me de espreitar
ResponderExcluirE afinal já chegaste...
Com baterias carregadas
Dessas horas bem passadas
Nos sítos por onde andaste!
Não gosto do escuro
Porque é um tormento
Mas com a lua, sim
É coisa que em mim
Me dá muito alento
Poeta bonito
De alma e coração
Teus poemas são puros
Lindos e seguros
Não me dás razão??
Diz-me qual a cidade dos teus vizinhos Portugeses, para ver se moro muito longe, ou preto!!! Quiçá!!!
BJO
Áurea
Áurea minha amiga eles são da cidade do Porto. Agradeço sua visita como sempre um abraço passei aqui na minha cidade mas volto para praia novamente.
ResponderExcluirSenadora Lau vim a Porto Alegre mas volto para praia um abraço.
ResponderExcluirDora minha amiga carioca um abraço tudo de bom sempre.
ResponderExcluirSim! Moramos longe , duzentos e tal quilómetros, não sei bem certo.
ResponderExcluirConheço e vou lá algumas vezes.
Boa continuação.
BJO ´
Áurea
Áurea um abraço gaúcho
ResponderExcluirsempre bem apertado leal
fico feliz sua presença é legal
aqui essa turma é amiga
estão acostumados comigo
sou gaudério não fujo da briga
comemoro também 20.000 visitas
minha amiga estou de fato feliz
da briga que não fujo nenhuma cicatriz.
Parabéns!!!!
ResponderExcluirCom um abraço
Áurea