Confesso-me aos versos
em virgens folhas em branco
a caneta deleita-se em azuis orgasmos
e no cesto de papéis picados todas as provas
Antonio Campos 25/01/12.
Deixe-me vagar no espaço livre sem vínculo sem laço... alma solta como... uma vaga no mar entre o céu e a terra longe do teu olhar Trilhar novo destino sem queixas com sonhos descalço correndo menino e num vôo pelo imaginário momentos que ficaram na lembrança numa fase da vida chamada infância Antonio Campos

Oh, lá,lá! Que delícia! Dá até orgasmo no ler.
ResponderExcluirAbração.
Meu querido amigo
ResponderExcluirUm poema INTENSO e IMENSO que adorei ler.
Um beijinho
Sonhadora