
caminho olho
penso paro
sinto faro
de amor
poças d'água
chove ainda
onde vou
o ontem
deixou-me só
quem sou?
sem rumo
vago ao relento
andarilho sem ilusão
sofrido coração
solto o verbo
ao vento frases
sem nexo
cérebro desconexo
cavaleiro solitário
nas mãos rosário
rezo com fé peço
imploro a chuva
eu choro ela sai
nem me viu
louco desejo
de mim desistiu
mais que lágrimas
mais que a água
que molha o corpo
por dentro estou
encharcado de amor
desatino desalinho
desesperado sonolento
corro a rua nada vejo
abre o sinal
segue cortejo
parou a chuva
cessou o vento
desatento foi meu final.
Antonio Campos 11/09/08.
Muiiiiiiiiiito bom seu desatino!!!!!!!!!!!!Beijão.
ResponderExcluirZilda valeu sua presença amiga.
ResponderExcluirboa,chefão!
ResponderExcluirOlá! Poeta
ResponderExcluirabre o sinal
segue cortejo
parou a chuva
cessou o vento
desatento foi meu final...somente um poeta pode expressar com tanta sensibilidade, o amor suas alegrias e dores, e voce é um deles.
beijos
Um passei assim, dentro de nós mesmos, sempre 'cessa o vento e para a chuva'! Agora, amigo, venha passear no mato, através do post "Entrando no Mato" do Multivias!
ResponderExcluirUm abraço!
Luísa
Companheiro Antonio dos Campos, que beleza!
ResponderExcluirSempre desatinamente apaixonado e poético...
Um grande abraço, garoto!
Assim eu morro de insuficiência respiratória!
ResponderExcluirQue que isso, Toinho!?
Eta gente inspirada, sô!
Aquele abraço,
Barreto
Rosani fico feliz q tenhas gostado.
ResponderExcluirLuísa N. visitarei essa mata com certeza abraços.
ResponderExcluirDlato valeu sua visita.
ResponderExcluirGrande Barreto mestre das artes um abraço.
ResponderExcluirMestre tricolor Andel um abraço.
ResponderExcluirAntonio
ResponderExcluirQue lindo, você está se aventurando em novas formas de poetar.Adorei!!
Rose um abração minha amiga.
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