
Quando lembranças
nos assaltam
a rotina nos mantém
assim tão cativos
sonhos multiplicam-se
por nossas mentes em
viagens que surgem
assim num repente
nessa utopia
vago e afago
essa ausência
que sinto de você.
Antonio Campos 13/08/09.
Deixe-me vagar no espaço livre sem vínculo sem laço... alma solta como... uma vaga no mar entre o céu e a terra longe do teu olhar Trilhar novo destino sem queixas com sonhos descalço correndo menino e num vôo pelo imaginário momentos que ficaram na lembrança numa fase da vida chamada infância Antonio Campos
Antonio, só nao sinto falta da ultima. Das outras , lembro até hoje. Todas foram otimas, acho que eu é que nao presto!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluirInsisto, as mulheres adoram os canalhas!!!!!!
Abraço!!!!!!!!!!
Antonio, as ausências ancoradas nas lembranças são sempre utópicas. Pois a esperança delas serem supridas vivem atormentando os nossos sonhos.
ResponderExcluirBelo poema, menestrel dos pampas!
Um abraço!
A maior ausência é de nós mesmos, nos misturamos, amamos e vamos avançando um dia atrás do outro, até entender que não perdemos outra pessoa, mas a nós mesmos...
ResponderExcluirabraço, bom final de semana
Ninguém tem culpa
ResponderExcluirDaquilo que não fomos
Não ouve erros
Nem cálculos falhados
Sobre a estipe de papel;
Apenas não somos os calculistas
Porem os calculados
Não somos os desenhistas
Mas os desenhados
E muito menos escrevemos versos
E sim somos escritos
Ninguém é culpado de nada
Neste estranhar constante
Ao longe uma chuva fina
Molha aquilo que não fomos...
Autor: Desconhecido
Um lindo final de semana com todo carinho para você.
Abraços
No meio da rotina que massacra, lembrar da falta que alguém nos faz, é fugir, dividir o ser em dois, um mecânico e outro sensível.
ResponderExcluirUma generosidade do espírito do sonhador, descrita pelo poeta dos pampas. Bom com as letras e com os amigos. Grande. Abraços.
Carlos eu há muito tempo penso assim. As mulheres não gostam do moral 100% mas do cafajeste nota 10000.
ResponderExcluirMeu professor Dalton que belo comentário coisas de mestre um abraço.
ResponderExcluirSonia gostei "a maior ausência é de nós mesmos" perfeito um abraço minha amiga.
ResponderExcluirCaro Eduardo esse poema com autor desconhecido é genial perfeito. Um abração mestre.
ResponderExcluirMeu professor e ídolo Djabal fazia tempo estou em divida com o amigo mas irei lá.
ResponderExcluirantonio
ResponderExcluirMais uma vez você nos traz um poema que navega nas veias , enriquecendo-nos de poesia e romantismo que cura e eleva nossa alma.
Rose minha poeta das rosas saudoso estava.Um abraço seu incentivo me deixa feliz uma abraço.
ResponderExcluirDos sonhos, faço minha realidade
ResponderExcluiraqui, longe do ser amado.
Sei que é pura utopia mas,dela faço
presença, a ausência de cada dia.
Grande abraço
Obrigado Maria pela presença conhece-la é uma satisfação.
ResponderExcluir