Escondeu-se o sol
nos visita a noite
meus beijos perdidos
alcançam as estrêlas
desafinado violão
a voz não é mais a mesma
a musa partiu dando sinal
que o velho boêmio
encontrou seu final
sou velho boêmio
que a vida deixou
num canto atirado
ninguém encontrou...
Antonio Campos 11/11/09.

Deixe-me vagar no espaço livre sem vínculo sem laço... alma solta como... uma vaga no mar entre o céu e a terra longe do teu olhar Trilhar novo destino sem queixas com sonhos descalço correndo menino e num vôo pelo imaginário momentos que ficaram na lembrança numa fase da vida chamada infância Antonio Campos
Catedral de Porto Alegre

quarta-feira, 11 de novembro de 2009
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Antonio
ResponderExcluirQue nostalgia tem seus versos. Nas cordas de um violão a voz sente a ausência. Que belo!!
Oi, amigo Antonio Paulo
ResponderExcluirEstávamos com muitas saudades dos seus lindos versos. Não nos deixe sem seus versos! Sua presença é muito importantes para nós.
Deus lhe dê muita saúde, paz e amor!
Olá meu querido gaúcho Noel,espero que este velho boêmio continue desaparecido...Grande beijo no coração.Beijo pra dona Q....
ResponderExcluirBoêmio sempre mas perdido nunca sempre tem pessoas querendo achar bjbjb, paz.
ResponderExcluirEsses versos são encanto
ResponderExcluirEsperados por todos nós
Quando entramos e não está
Sentimo-nos muito sós
Beijo
àurea
Meu amigos um abraço a cada um de vocês. Estou numa correria louca aqui mas tudo passa e voltarei breve a esse nosso convivio.
ResponderExcluirUhuhuhu, o Poeta dos Pampas, Grande Tricolor e nobre senador está de volta. Estranho... depois do apagão... Huummm...rs
ResponderExcluirBrincadeiras à parte, seu talento emociona a todos, meu amigo. Seu poema é lindo!!!
Um beijo.
Que bom que retornou e retorna em ótima forma, o poema é lindo, tem esta nostálgica boemia!
ResponderExcluirUm abraço
Vixe mainha...
ResponderExcluirEta palavras que deslizam!
Amigo, te alerto que agora, 13/11, às 16:24, hora nossa, está caindo uma tempestade que eu nunca havia visto igual. Avise aos amigos do Sul para que se preparem para o pior.
Abraçao,
Barreto
Hoje passando para ler este lindo poema e desejar um lindíssimo final de semana.
ResponderExcluirAbraços com todo amor e carinho
Pensamos demasiadamente
Sentimos muito pouco
Necessitamos mais de humildade
Que de máquinas.
Mais de bondade e ternura
Que de inteligência.
Sem isso,
A vida se tornará violenta e
Tudo se perderá.
(Charles Chaplin)
Olá meu amigo,
ResponderExcluirVoltaste...que bom...
Trouxeste tristeza contida nos versos/ dos beijos perdidos / de um boêmio cansado/ à luz das estrelas/num canto atirado...
Estás vivo e forte / és poeta e... amado.
Beijos de luz pra ti.
Andei te procurando entre os papais noeis de Gramado e não t achei.
ResponderExcluirbeijos
A boemia pode até ser, mas a POESIA nunca poderá ficar 'num canto atirada'.
ResponderExcluirContamos com a sua presença sempre!
Um abraço.